Sai post meio atabalhoado que a gaja aqui está com pressa. rs Volto lá para 10 de Outubro. Espero que com boas notícias no que respeita à réguinha ali em cima. ;)
Mas mais do que na balança vou concentrar os meus esforços na actividade fisica. A minha prioridade neste momento é a minha condição fisica. Ao meu ritmo e sem grandes stresses: Quero ter mais fôlego, mais força, mais agilidade, mais flexibilidade e um corpo tonificado. Considero um investimento de médio prazo na minha saúde e no meu bem-estar no sentido mais lato do termo. Também será o que mais tarde me fará mais facilmente eliminar os últimos kilos (que tendem a ser os mais resistentes) e a peça-chave para conseguir futuramente manter o peso. Todos sabemos que massa magra queima mais calorias do que massa gorda. Todos sabemos que o que não falta por aí são pessoas com peso normal, mas cuja composição corporal tem tanta massa gorda que correm vários dos riscos associados ao excesso de peso. E o nosso corpo? Como fica depois de perdermos um monte de kgs? Não quero ser mais uma daquelas mulheres que perde uma enormidade de kgs e continua a esconder o corpo pela vergonha das peles caídas, do corpo deformado. Não deixem para pensar nisso depois. É mais fácil evitar que resolver.
Sei por experiência o quanto custa retomar a forma física e o hábito de fazer exercícios. Para além de ser muuuuuiito preguiçosa, continuo a não poder com uma porca pelo rabo. Mas se pensar que antes tocar com as mãos na ponta dos pés era uma miragem e que agora não me custa nadinha, que fazia metade das repetições do meu vídeo de localizada a torcer para a tortura acabar o quanto antes e que agora chego ao fim animada e a sentir-me perfeitamente capaz de prosseguir, não me deixo desanimar por até ter um vídeo novo de cardiofitness que não consigo acompanhar sequer na parte do aquecimento. Sou altamente descoordenada, tenho um fraco sentido de equilíbrio, a minha capacidade cardiovascular está uma miséria e aquela coisa de conseguir isolar grupos de musculares a fazer exercício até me dá vontade de rir...tipo quais músculos?! rss Mas sei que hei-de executá-lo correctamente e sem qualquer dificuldade de uma ponta à outra. Demore o que demorar e custe o que custar. Estou a treinar para isso. Iniciei esta caminhada com uma ideia muito clara: não repetir os erros e os mecanismos de pensamento que alimentam a obesidade. Isso implica enfrentarmos conscientemente cada um dos obstáculos, abraçarmos com persistência cada desafio e nunca, mas nunca mais adiarmos o prazer de viver em pleno ou desistirmos de nós.
A vida não espera enquanto ficamos abancadas no sofá a curtir mais um queijinho ou uma bolachinha. As soluções para os problemas e angústias não vão cair do céu, entre um hamburguer e um chocolate. Cabe-nos a nós escolher se queremos assistir à vida de camarote vivendo (e comendo) ao sabor dos acontecimentos ou sermos participantes activas rumo a uma nova vida, mais feliz, mais saudável, mais consciente, mais autêntica. O peso? O peso será um reflexo de uma outra forma de abordar e estar na vida. Nada mais. Não se iludam. O que tem que mudar para emagrecermos definitivamente, mais do que o que colocamos no prato ou as calorias que gastamos nos exercícios, é a nossa cabeça.
Ah! E ninguém me venha com a conversa da gorda feliz que eu tenho dificuldade em crer que alguém possa ser verdadeiramente feliz com tanto descaso por si mesma, pelo seu corpo, pela sua saúde. Eu não o era seguramente.
Um grande beijinho a todas e obrigada por todos os comentários e força no post abaixo. Desculpem a minha fraca presença nos últimos dias. Tenho lido tudo, mas comentado pouco. A disponibilidade tem andado curta.
Hasta la vista! ;))
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